quarta-feira, 27 de abril de 2011

Objetos inexistentes - olfato

O olho olha,
A máquina rouba o olhar,
registra-o para além do tempo.

O nariz cheira,
Onde estão meus frascos de cheiros perdidos?
Memória olfativa.

Inspiro o mundo
Expiro o mundo
pra dentro das buretas.

2 comentários:

  Congresso internacional das artes   Agora cantaremos o medo, porque não há mais rascunhos. Ninguém escreve em cadernos sujos, ne...