terça-feira, 25 de maio de 2010

SOLIPSISMO

POEMA


                                                                     CONJUGADO

NA SINGULARIDADE

                                              DA PRIMEIRA

PESSOA.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Resposta ao trocadilho

Certos dias eu me sento na varanda,

entoa canções no violão,
e a rua toda é platéia,
creio não,
vivo constantemente cantando,
e me faz tão bem.
fazer o que? é de família.


poema de minha Bê ....
blog: http://bessantana.blogspot.com/
e tudo começou com Adélia Prado...

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Trocadilho

Certas ocasiões meu pai se senta na varanda,

entoa canções no acordeon,
a rua toda é platéia,
creio;
que moro numa casa que amanhece
constantemente cantando.

domingo, 18 de abril de 2010

Gozo

Por vezes a cozinha transborda;

a cebola miudinha,
que expira no ar,
o barulho das colheres
nas panelas,
a conversação,
as coisas que espicocam no óleo,
odores gustativos,
gozo na cozinha
dominical.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Alargar de mim

O passar dos anos
corrói minha matéria,
esta que sinto com
meus dedos,
vai deixando vestígios.
Ao mesmo tempo
que alarga
o que dentro tenho,
em meus outubros
descubro certas coisas,
certos ângulos
que destemperadamente
abrem um sorriso,
ou uma lágrima,
ou não sei ao certo,
não sou eu quem controla
me surgem.

O alargamento de mim,
faz com que os
tempos
se misturem,
de forma
que em certos momentos,
as lembranças
sucumbem diante de seu peso,
é quando arrebenta
a vontade de continuar
de forma imutável
e a impossibilidade de fazê-lo,

é só o alargamento em mim,
que me faz muda
,diante das circunstâncias
previsíveis e incompreensíveis,
a todos homens e mulheres.

Crisálida ao contrário

O frágil inseto vibrava
suas
asinhas

as rajadas
tilintavam
em meus
ouvidos.

me apiedei
da incansável
tentativa de fuga
através
do vidro.

Do que me pinto

Estes vermelhos
que me pintam
são parte
da volúpia,
em si
sacrossanta.

  Congresso internacional das artes   Agora cantaremos o medo, porque não há mais rascunhos. Ninguém escreve em cadernos sujos, ne...