quarta-feira, 18 de junho de 2014

Bodas



Guardo os meus ‘’sentires’’
em espera ansiada

Em bodas
(palavra que solta espumas pela boca)

Dia de sol todo feito de amarelos reluzentes,
Azul de brancas nuvens.

Temperatura quente em cada abraço,
Casulos de corpos e afetos.
(afetos nem sempre presentes em pele e osso)

Provável que não chova em novembro,
Mas é certo das águas salgadas, no terreno de minha face.
Pode ser que vapores esfumacem seus óculos.

E quando todos se forem,
O seu ombro será repouso.


3 comentários:

  1. Raquel, nao tinha me dado conta que este é um poema que anuncia, que sonda, que espera e que anseia! lindo...

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    1. um pouco da espera.... daí quando não cabe vira poema....

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  2. Lindo Raquel!!!! Parabéns. Bênção pura.

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Pequena crônica poética – sobre os lençóis

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