segunda-feira, 18 de junho de 2018

Pílula poética - assepsia

Assim suspensa no silêncio da casa me movo,
e meus pós acumulados pelos anos
como aspirar?
[alguém aspira? – eu só sei inspirar]
Minhas mãos percorrem os cômodos
tudo tão limpo,
irrompo num desejo
de estado de sítio
[Cortázar].
Dos dias que se sucedem.

Hoje não tem poesia

Tem sido difícil tentar explicar o óbvio. Eliane Brum nos diz que vivemos numa crise de palavras, na qual diferente do período da censura a...