sábado, 10 de janeiro de 2015

Pequena crônica poética – a caixa amplificadora

Enxerguei os sons do brejo,
repositório orquestral...
 silêncios são faixas do inaudível.


Quando a luz do dia vai sumindo
volumes sonoros se abrandam.
Notas silenciais são agudas.


Desejos de guardar os sons,
como a concha guarda o som do mar.

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