quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Pequena crônica poética - Pouso da Penha

Certas cidades,
Guardam as coisas pequenas
Extremamente raras que devido ao cataclisma moderno
Seguem cada vez mais rumo à extinção por falta de uso.
Há por isso sempre um susto
Em retirar aquela grande chave
Por debaixo da porta

Abrir,
Fechar,
Entrar
e novamente colocar na frestinha.

Assim permanecem as portas sempre abertas.

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